Rapazes são acusados de estuprar irmãs de 13 e 15 anos
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| IMAGEM ILUSTRATIVA |
Um frentista e um
diarista estão sendo acusados de estuprar duas irmãs adolescentes residentes em
Astorga (região de Maringá).
O abuso teria ocorrido na noite de quinta-feira
(2) e foi confirmado pelo Instituto Médico Legal de Maringá.
Preso
na manhã de sexta-feira (3), um dos suspeitos confirmou ter mantido relação
sexual com uma das vítimas, mas ressaltou que o ato teria sido consensual. O
outro suspeito conseguiu escapar de uma perseguição policial e não foi mais
localizado.
De acordo com a
Polícia Civil, a situação foi denunciada pela mãe das vítimas. Acompanhada de
representantes do Conselho Tutelar, a mulher acusou dois de estuprarem suas
filhas, de 13 e 15 anos. Segundo a mãe, o crime ocorreu na noite de
quinta-feira, na residência de um frentista, de 20 anos, que estava acompanhado
de um amigo, também de 20
anos.
anos.
Depois de um exame
do IML confirmar a relação sexual, as vítimas foram encaminhadas ao Hospital
Universitário de Maringá para serem medicadas contra Doenças Sexualmente
Transmissíveis.
Preso em seu local de trabalho, o frentista confirmou ter mantido relação com a adolescente de 15 anos, mas disse que o ato teria sido consensual, uma vez que estaria se relacionando com a garota já há cerca de um ano.
Preso em seu local de trabalho, o frentista confirmou ter mantido relação com a adolescente de 15 anos, mas disse que o ato teria sido consensual, uma vez que estaria se relacionando com a garota já há cerca de um ano.
Ao saber que estava
sendo procurado, o outro suspeito que estuprou a garota de 13 anos fugiu da
cidade. Segundo a polícia, independente de a garota ter consentido ou não com a
relação, ele seria indiciado por estupro de vulnerável, que prevê pena que
varia entre 8 e 15 anos de reclusão.
A polícia observou que caso a adolescente de 15 anos confirmasse a versão do frentista, de que a relação foi consensual, o rapaz poderia se livrar do indiciamento criminal. Alei brasileira não prevê punição para situações nas quais adolescentes acima de 14 anos consintam com a relação/ato sexual.
A polícia observou que caso a adolescente de 15 anos confirmasse a versão do frentista, de que a relação foi consensual, o rapaz poderia se livrar do indiciamento criminal. Alei brasileira não prevê punição para situações nas quais adolescentes acima de 14 anos consintam com a relação/ato sexual.
Fonte * O Diário/GoioNews

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