Laudo do IML indica que professora que denunciou motorista da Uber era virgem, diz advogado
Amanda Goulart, de 27 anos, afirma que foi estuprada na volta de um jantar com amigos; Delegacia da Mulher, que investiga o caso, não se pronunciou sobre o resultado do exame.
O advogado da professora Amanda Goulart, de 27 anos, que denunciou um motorista da Uber por estupro, em Curitiba, afirmou que o laudo do Instituto Médico Legal (IML) comprovou que ela era virgem. O exame, divulgado na segunda-feira (20), também indicou que houve conjunção carnal.
De acordo com o laudo, a resposta para a pergunta sobre se houve violência ficou prejudicada.
"O ponto principal é que aponta que ela era virgem. A versão que talvez possa haver de que ela consentiu no ato, não é crível", avalia Edson Facchi.
O advogado ressaltou ainda que "com 27 anos de idade, virgem, com uma vida regrada, ninguém acorda do dia pra noite e resolve viver uma vida desregrada, fora disso. Ainda mais em uma corrida de Uber, como ela já havia voltado para casa antes".
A Delegacia da Mulher, que investiga o caso, não se pronunciou sobre o resultado do exame. Conforme a Polícia Civil, o caso está em andamento. O motorista não foi preso e não há mandado expedido contra ele, segundo a polícia.
Após o registro do boletim de ocorrência, a professora saiu da cidade por razões psicológicas, de acordo com o advogado.

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